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Navio iraniano que passou pelo Brasil foi destruído após ação dos EUA

Navio-base iraniano IRIS Makran, autorizado por Lula a atracar no Brasil apesar de pressões, sofre danos graves na Operação Epic Fury em Bandar Abbas

O navio iraniano IRIS Makran, que gerou forte crise diplomática entre Brasil, Estados Unidos e Israel ao atracar no Rio de Janeiro em 2023 com autorização do governo do petista Lula da Silva, foi destruído durante os recentes ataques conjuntos de EUA e Israel na base naval de Bandar Abbas, no sul do Irã.

De acordo com análises de imagens de satélite divulgadas por fontes de inteligência militar e reportagens de veículos especializados como Naval News e USNI News, o IRIS Makran — um navio-base avançada convertido de petroleiro, considerado o maior da Marinha iraniana e capaz de apoiar operações de drones e helicópteros — sofreu danos pesados ou foi destruído enquanto estava atracado no porto de Bandar Abbas.

A ação faz parte da Operação Epic Fury, campanha militar iniciada no final de fevereiro de 2026 pelos Estados Unidos e Israel contra alvos navais e estratégicos do Irã, que já resultou na eliminação ou grave dano a múltiplos navios iranianos, incluindo fragatas das classes Alvand, Moudge e Jamaran, além de outros ativos como o porta-drones Shahid Bagheri.

Imagens de satélite mostram fumaça negra intensa na área do porto, com o Makran listado entre os navios “heavily damaged” (gravemente danificados) ou possivelmente afundados em análises preliminares.

A presença do navio no Brasil há três anos, autorizada apesar de pressões americanas e israelenses — que classificaram a visita como apoio a um “estado maligno” —, voltou a ser citada em círculos republicanos nos EUA. Membros do Partido Republicano interpretam a destruição como um sinal indireto: países que deram abrigo ou facilitaram operações de navios iranianos podem enfrentar consequências em futuras ações de contenção naval.

O IRIS Makran simbolizava a expansão da projeção de poder naval iraniana no Atlântico Sul e em rotas comerciais globais. Sua perda representa mais um golpe significativo à capacidade marítima do regime de Teerã no contexto da escalada no Oriente Médio, onde a liberdade de navegação no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz segue como prioridade declarada pelas forças americanas.

Até o momento, não há confirmação oficial do Irã sobre o status exato do navio, mas fontes independentes e o CENTCOM reforçam que a campanha prioriza a neutralização de ameaças navais iranianas.

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