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Mulher prova com exame de DNA que não é filha do deputado Alfredo Gaspar

Relator da CPMI do INSS apresenta teste de DNA e depoimento de Louriene Pereira da Silva para rebater denúncias de Lindbergh Farias e Soraya Thronicke

O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, divulgou um vídeo em que uma jovem nega ser sua filha e rejeita a versão de que seria fruto de um estupro. A medida faz parte da defesa do parlamentar após ser acusado de estupro de vulnerável e tentativa de suborno pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), de acordo com a matéria do Estadão.

Ouça a declaração de Louriene Pereira onde afirma que :
“Meu pai se submeteu ao teste de paternidade (…) Não sou fruto de estupro algum! Nem conheço Alfredo Gaspar”

As acusações envolvem suposto abuso sexual contra uma adolescente de 13 anos há cerca de oito anos, que teria resultado em gravidez. Gaspar sustenta que a história contada pelos parlamentares se refere, na verdade, ao seu primo, Maurício César Brêda Filho.

No vídeo compartilhado pelo deputado, a jovem identificada como Louriene Pereira da Silva afirma categoricamente:

“Ressalto que não sou fruto de estupro algum, nem conheço pessoalmente o Alfredo Gaspar. É muito triste comparar, por eles serem primos e terem o mesmo sobrenome, uma história descabida.”

Ela também apresenta o resultado de um teste de paternidade realizado em 2014, que aponta Maurício César Brêda Filho como o pai biológico. A moça relata ainda que não mantém contato frequente com a família do pai e que a mãe se mudou para o Rio de Janeiro sem avisar os parentes.

Gaspar argumenta que o caso real envolve uma relação consensual entre seu primo (então menor de idade) e uma mulher de 21 anos, e não estupro de vulnerável. A assessoria do deputado informou que ele pretende apresentar queixa contra Lindbergh Farias e Soraya Thronicke na Polícia Federal e no Conselho de Ética da Câmara.

Soraya Thronicke rebateu a defesa de Gaspar por meio de publicação nas redes sociais, afirmando que o material divulgado não corresponde à denúncia feita por ela e por Lindbergh:

“Ele apresentou outro caso que nada tem a ver com a denúncia. Estamos tratando de uma possível filha de 8 anos, cuja mãe tem 21. Façam as contas!”

Os parlamentares que fizeram a acusação alegam que a avó da criança teria sido registrada como mãe devido à idade da suposta vítima na época e dizem ter enviado à Polícia Federal prints de conversas que indicariam tentativa de suborno no valor de R$ 70 mil, com negociação de mais R$ 400 mil para garantir silêncio.

O caso ganhou repercussão no contexto dos trabalhos da CPMI do INSS, cuja relatoria é de Alfredo Gaspar. Até o momento, as investigações na Polícia Federal seguem em andamento, sem conclusão divulgada sobre a veracidade das denúncias ou da defesa apresentada.

Fonte: Estadão

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