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Gilmar pede inclusão de Zema no inquérito das fake news por suposto uso de deep fake

Ministro do STF enviou notícia-crime a Alexandre de Moraes alegando que o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência divulgou vídeo com edição sofisticada para atacar a imagem da Corte; Moraes já determinou que a PGR se manifeste sobre o caso

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou a inclusão do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) no inquérito das fake news. O pedido foi motivado pela divulgação de um vídeo nas redes sociais que, segundo Mendes, faz uso de deep fake e espalha desinformação contra o Supremo.

Confira o vídeo que motivou a decisão de Gilmar Mendes:

Os Intocáveis

Na notícia-crime enviada ao ministro Alexandre de Moraes (relator do inquérito), Gilmar Mendes alega que Zema utilizou “sofisticada edição profissional e de avançados mecanismos de ‘deep fake’” para emular vozes de ministros da Corte em um diálogo inexistente. O objetivo, segundo o decano, seria “vulnerar a higidez desta instituição da República, com objetivo de realizar promoção pessoal”.

Moraes já deu andamento ao pedido e determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre a inclusão de Zema nas investigações.

Romeu Zema, que deixou o governo mineiro e tem se posicionado como pré-candidato à Presidência da República em 2026, ainda não se manifestou publicamente sobre a notícia-crime.

O inquérito das fake news, aberto em 2019 e ainda em tramitação, investiga a disseminação de notícias falsas, ameaças e ataques contra ministros e a imagem do Supremo Tribunal Federal.

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