Senador e pré-candidato à Presidência classifica acusações petistas como “mentirosas e absurdas” e aponta supostos repasses a aliados de Lula no escândalo do Banco Master
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), cotado como presidenciável para 2026, reagiu com veemência a um vídeo produzido pelo PT que tenta associá-lo ao Caso Master, escândalo de corrupção envolvendo o Banco Master que explodiu em 2024, já no governo Lula.

A peça publicitária foi apresentada à militância petista durante o 8º Congresso Nacional do partido, no domingo (26 de abril), e revelada com exclusividade pela coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles.
Confira a análise do jornalista da CNN BRASIL
Em nota oficial enviada à imprensa nesta segunda-feira, o senador classificou a estratégia do PT como desesperada e baseada em “mentiras frágeis”. “As acusações do Partido dos Trabalhadores (PT) são mentirosas e absurdas. A tentativa de vincular o senador Flávio Bolsonaro revela o desespero de quem vê a crise atingir o próprio governo. Flávio não tem qualquer relação com o banco Master e esse esquema de corrupção ocorrido em 2024, já no governo Lula”, diz o texto.
O documento ainda acusa o PT de inverter responsabilidades para desviar o foco dos próprios problemas. Segundo a nota, o partido “recorre à criação de mentiras frágeis para tentar atingir adversários e desviar a atenção” e “seguem os ensinamentos imorais de Lenin, acusando os outros do que eles fazem”.
Flávio Bolsonaro cobra explicações diretas do petista Lula sobre supostos repasses do Banco Master a figuras próximas ao governo. “Lula deveria estar preocupado em explicar porque seu ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, recebeu R$ 6,5 milhões do Master. Ou porque Guido Mantega, ex-ministro da fazenda, recebeu R$ 1 milhão para levar o dono do Master a uma reunião com ele próprio, Lula”, afirma o texto.
A nota conclui: “A tentativa de inverter responsabilidades não resiste a uma análise séria e não enganará a sociedade brasileira”.
O vídeo exibido pelo PT, produzido sob comando do publicitário Raul Rabelo – responsável pelo marketing da campanha de reeleição de Lula –, associa Flávio ao escândalo ao lembrar que a autorização para o Banco Master operar foi concedida em 2019, durante o governo Bolsonaro, quando Roberto Campos Neto presidia o Banco Central. A peça também menciona doações de Fabiano Zettel, cunhado e sócio de Daniel Vorcaro (dono do banco), para campanhas de Jair Bolsonaro e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). O material termina com o slogan “Banco Master é Bolso Master”.
Leia na íntegra a nota divulgada por Flávio Bolsonaro:
“As acusações do Partido dos Trabalhadores (PT) são mentirosas e absurdas. A tentativa de vincular o senador Flávio Bolsonaro revela o desespero de quem vê a crise atingir o próprio governo. Flávio não tem qualquer relação com o banco Master e esse esquema de corrupção ocorrido em 2024, já no governo Lula.
O PT, marcado por sucessivos escândalos ao longo de sua trajetória no poder, recorre à criação de mentiras frágeis para tentar atingir adversários e desviar a atenção. Eles seguem os ensinamentos imorais de Lenin, acusando os outros do que eles fazem. Não conseguirão.
Lula deveria estar preocupado em explicar porque seu ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, recebeu R$ 6,5 milhões do Master. Ou porque Guido Mantega, ex-ministro da fazenda, recebeu R$ 1 milhão para levar o dono do Master a uma reunião com ele próprio, Lula.
A tentativa de inverter responsabilidades não resiste a uma análise séria e não enganará a sociedade brasileira.”
A reação de Flávio Bolsonaro ocorre em um momento de intensa polarização política, com o Caso Master ganhando cada vez mais espaço no debate sobre corrupção e nas estratégias eleitorais para 2026.
Fonte: Metrópoles , CNN BRASIL


















