Decisão do governo Lula de reduzir verbas do Exército repercute na política nacional e reacende discussões sobre o combate às facções criminosas no país
A suspensão de operações de monitoramento do Exército nas divisas do país — motivada pelo corte de verbas no orçamento da Defesa — gerou duras críticas por parte da oposição ao governo federal.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manifestou forte indignação com a redução das ações das Forças Armadas na contenção do crime organizado. O parlamentar relacionou o recuo das operações com a recente movimentação internacional envolvendo o enquadramento de grupos criminosos de grande porte, confira:

De acordo com informações apuradas e divulgadas pela CNN Brasil, o contingenciamento total de R$ 4,3 bilhões no Ministério da Defesa afetou diretamente os braços operacionais do Exército, que perdeu cerca de R$ 1,5 bilhão de sua fatia destinada ao patrulhamento estratégico.
As ações afetadas incluem o combate ao tráfico de drogas, contrabando e garimpo ilegal em áreas críticas comandadas pelo Comando Militar da Amazônia e pelo Comando Militar do Oeste. Operações tradicionais, como a Operação Ágata — conhecida pela apreensão massiva de entorpecentes e desarticulação de infraestrutura ilegal nas fronteiras —, enfrentam desaceleração por falta de fluxo orçamentário.


















