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PF se incomada com atitude de Flávio de liberar seguranças para procurar Lulinha

O senador do PL declarou abertamente não confiar na gestão da corporação e optou por manter a Polícia Legislativa

O pré-candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, rejeitou formalmente a escolta que seria prestada pela Polícia Federal (PF) durante a corrida eleitoral, afirmando abertamente não confiar na atual direção da instituição.

A declaração e a recusa provocaram forte desapontamento na cúpula da corporação, que havia montado um planejamento específico com agentes especializados em proteção de autoridades. Para contornar a situação, o parlamentar decidiu realizar seus compromissos públicos utilizando a equipe da Polícia Legislativa do Senado — que já atua em sua rotina parlamentar —, reforçada por segurança privada contratada pelo partido.

Postura do Candidato e Reação da Corporação

A recusa de Flávio Bolsonaro fundamentou-se em acusações diretas sobre a atuação da PF, a quem atribui parcialidade e aparelhamento político por parte do governo federal. Segundo o senador, a decisão de abrir mão do serviço visa garantir a segurança de suas estratégias de campanha e evitar o que considera uma interferência indevida na sua rotina de viagens.

A recusa expressa com base na falta de confiança expõe a deterioração da relação entre o grupo político do pré-candidato e a alta cúpula da segurança pública federal.

Fonte: CNN BRASIL

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