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Diversidade deixa pra Lá, Lealdade é prioridade para Lula no STF

A decisão de Lula da Silva (PT) sobre o próximo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) evidencia uma clara alteração nas prioridades para as nomeações à Corte. Segundo a CNN, desde que surgiram as primeiras vagas com as saídas de Ricardo Lewandowski e Rosa Weber, Lula não considera o STF um espaço para promover políticas de diversidade.

“Apesar das expectativas da militância e das frentes progressistas por maior representatividade de gênero e raça, o critério fundamental para a nova indicação tem sido a garantia de lealdade e alinhamento ideológico, decisão que contraria uma promessa de campanha”, aponta a analista da CNN.

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Os critérios básicos para a indicação ao STF continuam inalterados: notável saber jurídico, idade acima de 35 anos e reputação ilibada.Um trauma relacionado à Operação Lava Jato exerce forte influência na escolha atual. “Dos seis votos que negaram a Lula o habeas corpus preventivo e permitiram que sua prisão fosse efetivada, cinco foram de ministros chegaram ao STF por indicação do PT, seja por Lula ou por Dilma Rousseff”, explica a analista da CNN

A análise observa que esse passado tem moldado diretamente o processo de escolha, com preferência por figuras que demonstrem lealdade comprovada, como ocorreu com Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula, e Flávio Dino.O atual ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, principal candidato à vaga, segue o mesmo perfil de Zanin e Dino, com o benefício adicional de ser relativamente jovem, o que lhe permitiria atuar na Corte por até três décadas.

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