Sigla emitiu nota oficial descartando a indicação da senadora Tereza Cristina como vice e optou por ficar neutra na disputa presidencial
O Progressistas (PP) oficializou, por meio de uma nota à imprensa, a rejeição ao convite para que a senadora e ex-ministra Tereza Cristina integrasse a chapa de Flávio Bolsonaro (PL) como candidata à vice-presidência da República.

A decisão da cúpula partidária encerra, ao menos por ora, as expectativas de uma coligação direta com o grupo liberal na cabeça de chapa nacional. No comunicado divulgado pelo partido, a legenda destacou que, após avaliações internas, o entendimento coletivo foi de que o melhor caminho para o momento político é manter uma postura de neutralidade no pleito presidencial.
O peso da decisão e o futuro do partido
A recusa oficial representa um recado claro sobre os rumos estratégicos do Progressistas para a disputa pelo Palácio do Planalto. Apesar de reconhecer a relevância de Tereza Cristina — amplamente respeitada pelo trânsito político e pela forte ligação com o setor do agronegócio —, a direção optou por preservar a autonomia da sigla neste estágio da corrida eleitoral.
Com a definição de neutralidade anunciada pelo PP, o cenário de alianças do pré-candidato Flávio Bolsonaro sofre impacto direto, exigindo novas rodadas de negociação de bastidores com outras legendas de centro e direita para a montagem da chapa.
Próximos desdobramentos
Enquanto o cenário nacional ganha novos contornos com o posicionamento do Progressistas, os bastidores políticos seguem aquecidos em Brasília. Lideranças partidárias continuam avaliando composições estaduais e apoios estratégicos, enquanto a equipe de campanha do PL busca consolidar novas parcerias para fortalecer a estrutura rumo às urnas.


















