Em declaração dura, Flávio Bolsonaro escancara a realidade dramática do brasileiro comum: com a inflação descontrolada, comer arroz, feijão ou pagar a luz virou artigo de luxo sob a desastrosa gestão econômica da esquerda
É de dar revolta e embrulhar o estômago! O cidadão comum, que acorda cedo para trabalhar, foi reduzido à mais absoluta miséria e humilhação. A situação chegou a um ponto de total indignidade: o brasileiro hoje precisa parcelar até a compra de remédios e a fatura da energia elétrica em doze vezes com juros escorchantes.
O estrago social promovido pela agenda econômica desastrosa do governo Lula e do petismo transformou o básico em inacessível.
O que se vê nos supermercados e farmácias do país não é prosperidade, mas sim o retrato fiel de um retrocesso brutal.
Fazer uma refeição digna com arroz e feijão, comprar uma simples pizza no fim de semana ou garantir a medicação de farmácia virou privilégio para poucos — tudo isso empurrado pelas políticas que afundam o poder de compra das famílias.
O preço da incompetência
A cobrança feita pelo senador Flávio Bolsonaro resume o sentimento de revolta que toma conta das ruas: não estamos falando de supérfluos ou viagens internacionais, mas da pura sobrevivência. Parcelar a própria dignidade no cartão de crédito para conseguir pagar as contas básicas tornou-se o cruel padrão de vida imposto pelo desgoverno atual, que finge não ver o abismo social que abriu sob os pés do povo.

















