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SEM PERDÃO: Flórida, Alabama e Louisiana acabam de iniciar investigações contra o Dr. Fauci

Três estados americanos — Flórida, Alabama e Louisiana — anunciaram o início de investigações oficiais contra o Dr. Anthony Fauci, ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) e figura central na resposta dos EUA à pandemia de COVID-19.

A ação ganhou força após uma audiência no Senado, em 29 de julho de 2026, na qual Fauci invocou a Quinta Emenda (direito de não se incriminar) mais de 100 vezes e se recusou a responder a perguntas sobre sua condução durante a crise sanitária. O evento ocorreu após a divulgação de páginas de um diário pessoal de Fauci pela equipe do senador Rand Paul.

O procurador-geral da Flórida, James Uthmeier, foi o primeiro a formalizar a investigação, afirmando que “a falta de franqueza de Fauci perante o Congresso é inacreditável” e que “já passou da hora de obtermos a verdade sobre o que aconteceu durante a COVID”. Em seguida, a procuradora-geral da Louisiana, Liz Murrill, declarou que o estado se juntaria à Flórida e ao Alabama para apurar se Fauci cometeu infrações que possam ser processadas nos tribunais estaduais. Ela destacou depoimentos anteriores prestados por Fauci e registros contemporâneos que, segundo ela, contradizem alegações de falhas de memória.

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O governador da Flórida, Ron DeSantis, criticou publicamente Fauci, afirmando que ele “estava bebendo o próprio Kool-Aid”, era venerado pela mídia e exercia poder informal ao recomendar medidas draconianas que prejudicaram negócios, restringiram liberdades e afetaram a educação das crianças.

“Este é um cara que acreditava em si mesmo. Ele era venerado pela mídia. Acho que ele gostava do fato de ter muito poder informal ao emitir essas recomendações e dizer a governadores e prefeitos para fazerem algumas das coisas draconianas que de fato foram feitas, o que teve um efeito muito negativo em muitas sociedades em todo o país!” “Havia empresas em crise, liberdades individuais cerceadas e crianças à margem, sem acesso à educação.”

Um ponto central destacado pelos proponentes das investigações é que o perdão federal preventivo concedido pelo ex-presidente Joe Biden (o chamado “autopen pardon”) cobre apenas crimes federais. Investigações e eventuais processos em nível estadual não estão protegidos por esse perdão, o que abre caminho para ações nos tribunais dos estados.

Até o momento, não há acusações formais apresentadas. As investigações buscam avaliar possíveis violações de leis estaduais relacionadas à gestão da pandemia e eventuais danos causados. O desdobramento dessas apurações ainda é incerto, mas representa uma nova frente de escrutínio após anos de controvérsias em torno das políticas de saúde pública adotadas durante a COVID-19.

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