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URGENTE: PF convoca amiga de Lulinha e ex-chefe de gabinete de Lula para depor

Relatórios da Polícia Federal detalham trocas de mensagens e transferências que colocam sob escrutínio contratos governamentais e figuras próximas ao Palácio do Planalto

A Polícia Federal (PF) aprofundou nas últimas semanas as apurações em torno de conexões sensíveis envolvendo o alto escalão e figuras do entorno do governo. No centro das investigações estão os registros extraídos do aparelho celular da empresária e lobista Roberta Luchsinger — apontada como amiga próxima de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha — e sua relação com Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola e ex-chefe de gabinete do petista Lula da Silva. 

As diligências conduzidas pelos investigadores revelaram um vasto material composto por conversas de aplicativo, minutas de contratos voltados a negociações com o setor público e registros de repasses financeiros. 

O que revelam as apurações da Polícia Federal

De acordo com os relatórios periciais divulgados no âmbito de investigações recentes, como desdobramentos ligados à Operação Sem Desconto

  • Minutas e Contratos: Os agentes identificaram o envio de documentos contratuais e propostas de negociações direcionadas a órgãos federais, incluindo tratativas relacionadas ao fornecimento de produtos à base de canabidiol para o Ministério da Saúde.
  • Transações e Benefícios: A investigação mapeou pagamentos, transferências via Pix, quitações de faturas de cartões e até mesmo presentes de alto valor, como obras de arte negociadas entre os investigados.
  • O papel de Lulinha: Relatórios policiais apontam que o nome de Fábio Luís Lula da Silva é citado recorrentemente por interlocutores como referência decisória em articulação de negócios, embora a defesa mantenha que ele se manifestará formalmente nos autos do processo.

Posicionamento dos citados

  • Marco Aurélio (Marcola): Por meio de nota e declarações a veículos de imprensa, a defesa do ex-assessor sustentou que os valores recebidos caracterizaram empréstimos pessoais de natureza particular que já foram devidamente quitados. Sobre o recebimento de minutas de contratos, interlocutores indicaram que o ato foi inadequado, mas negaram qualquer tipo de favorecimento institucional ou prática ilegal no exercício de suas funções.
  • Ministério da Saúde: A pasta declarou publicamente que nunca houve trâmite, contratos ou discussões formais para a aquisição de produtos à base de cannabis por meio de dispensas de licitação na atual gestão.
  • Defesa de Lulinha: Os advogados reafirmaram confiança nas instâncias formais de Justiça e informaram que prestarão os esclarecimentos necessários diretamente nos autos do inquérito após o acesso integral aos elementos periciais.

As apurações seguem em curso na corporação para a análise definitiva do material técnico apreendido, cuas conclusões devem ditar os próximos passos judiciais do caso.

*Imagem da capa gerada por IA

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