Investidores repercutem nova configuração nas simulações de segundo turno para 2026, impulsionando variações expressivas na Bolsa de Valores e queda na cotação do dólar
O cenário político nacional retomou o protagonismo sobre os rumos da economia nesta semana, com o mercado financeiro voltando a direcionar suas atenções para o fator eleitoral. A repercussão de levantamentos recentes — entre os quais o estudo da Quaest divulgado após o feriado da Independência — apontou um acirramento histórico na disputa presidencial, registrando um empate técnico e a ascensão numérica do senador Flávio Bolsonaro (PL) em confronto direto com o petista Lula.

O reflexo direto dessa leitura nos negócios locais traduziu-se em momentos de forte valorização do Ibovespa e recuo na cotação da moeda norte-americana durante os pregões impactados pelas divulgações estatísticas. Analistas econômicos apontam que o movimento reflete o chamado “rali eleitoral”, termo empregado para descrever sequências de alta impulsionadas por expectativas políticas.
a curva ascendente de Flávio Bolsonaro mobilizou o interesse da Faria Lima, que monitora de perto cada atualização nos cenários de segundo turno.
Fonte: Metrópoles
*Imagem da capa gerada por IA


















