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Flávio Bolsonaro e vice cobram esclarecimentos sobre monitoramentos ilegais

Em pronunciamentos nesta terça-feira, 8 de setembro de 2026, os parlamentares criticam a suspeita de uso político da instituição e defendem autonomia da PF para atuar contra criminosos, não contra opositores

Nesta terça-feira, 8 de setembro de 2026, o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, sob suspeita de instrumentalização da corporação, provocou manifestações públicas de parlamentares. O senador Flávio Bolsonaro e o senador Alfredo Gaspar se posicionaram de forma enfática sobre o episódio, apontando irregularidades e cobrando que a instituição retome sua independência.

Flávio Bolsonaro se manifestou sobre o caso. O senador se referiu ao chefe da PF como companheiro, camarada, amigo, irmão, brother, cupincha, parça, aliado, preposto, indicado e pau-mandado de Lula, acusando-o de liderar investigações clandestinas contra um ministro do STF e destacou que o grupo especial de Lula na Polícia Federal foi desmascarado oficialmente.

Flávio expressou o desejo de que a honrosa e gloriosa Polícia Federal volte a ter autonomia para ir atrás de bandidos, e não de adversários políticos de Lula.

Os pronunciamentos dos dois senadores reforçam a pressão por transparência e pela preservação da autonomia da Polícia Federal, em meio às suspeitas de uso indevido da instituição no episódio que levou ao afastamento de Andrei Rodrigues.

Alfredo Gaspar classificou a situação como gravíssima. Segundo o senador, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, foi afastado sob a suspeita de ter instrumentalizado a instituição. Gaspar destacou que o ministro André Mendonça e servidores teriam sido alvo de monitoramento ilegal. Ele considerou o fato uma vergonha e afirmou que tudo isso teria ocorrido para proteger poderosos e garantir blindagens no governo do PT.

O parlamentar colocou Alexandre de Moraes, Lula e Lulinha no centro de uma crise que, em sua avaliação, precisa ser esclarecida. Gaspar reforçou que a Polícia Federal não pode servir como instrumento de perseguição nem como escudo de proteção. “Chega de blindagem!”, declarou.

Em tom crítico, afirmou ainda que Lula e Alexandre de Moraes são duas faces da mesma moeda, um não existindo sem o outro, e concluiu seu pronunciamento com o grito de “Fora Lula e Fora Alexandre de Moraes!”.

*Imagem da capa gerada por IA

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