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Hackers invadem aplicativos de alerta de guerra na Rússia e na Ucrânia e disparam alarmes falsos

Plataformas oficiais de defesa civil foram comprometidas durante a madrugada deste domingo (1º), disparando notificações falsas sobre riscos de radiação nuclear, ameaças químicas e confrontos armados nas ruas de Kiev

Sistemas computacionais e plataformas digitais oficiais de alerta de emergência na Rússia e na Ucrânia foram alvos de um ataque cibernético na noite deste domingo, 1 de novembro de 2026. A invasão resultou no disparo em massa de notificações falsas para os celulares de cidadãos, gerando pânico momentâneo e exigindo rápida intervenção das autoridades de segurança dos dois países.

De acordo com os relatórios preliminares divulgados por agências internacionais e órgãos governamentais, os softwares utilizados para alertar a população sobre ataques aéreos e bombardeios foram comprometidos por invasores externos, que inseriram avisos alarmantes e desconexos dos protocolos reais de defesa.

A Sequência de Alertas Falsos em Kiev

Na capital ucraniana, Kiev, e em outras regiões do país, moradores receberam uma série de mensagens desencontradas e de alto teor de pânico através do aplicativo oficial de alertas (Air Alarm) em um intervalo de poucos minutos:

  • 22:47: Uma notificação inicial informava sobre uma suposta “Ameaça de radiação. Risco de radiação declarado em Kiev”.
  • 22:48: Logo em seguida, uma mensagem escrita em russo dizia: “Olá! Haverá um alerta nuclear em toda a Ucrânia. Não se preocupem, é o Oreshnik voando”.
  • 22:49: Outros avisos falsos alertavam sobre uma iminente “Ameaça química. Há risco de um ataque químico em Kiev. Não saiam de casa”, além de um alerta sobre supostos combates armados nas ruas da capital.
  • 23:53: Por fim, um comunicado de encerramento foi disparado pelas plataformas, normalizando a situação após a detecção da intrusão.

Resposta das Autoridades e Suspeitas de Autoria

Em menos de uma hora após o início dos disparos, órgãos de segurança e as forças militares ucranianas agiram de forma coordenada para conter a desinformação. Por meio do aplicativo de mensagens Telegram, a Força Aérea da Ucrânia emitiu notas oficiais esclarecendo que o sistema havia sofrido uma “interferência hostil” e assegurou categoricamente que não havia qualquer risco real de radiação ou ataque químico.

As plataformas afetadas foram temporariamente suspensas e retiradas do ar para varredura de segurança. Os usuários foram severamente orientados a desconsiderar as mensagens e a evitar o clique em links suspeitos que porventura acompanhassem as notificações adulteradas.

Apesar de órgãos governamentais russos e ucranianos ainda apurarem a extensão exata dos danos e a origem dos acessos não autorizados, veículos de imprensa internacional relataram que o grupo cibernético ucraniano Atesh teria reivindicado a autoria de ações voltadas ao envio de mensagens nos sistemas. As investigações continuam em andamento para blindar a infraestrutura digital de alertas contra novas brechas de segurança.

Fonte: Metrópoles

*imagem da capa editada por IA

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