Flávio Bolsonaro planeja anunciar parte da equipe ministerial durante pré-campanha à presidência em 2026
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República nas eleições de 2026, sinalizou que revelará nomes para compor seu eventual governo ainda no decorrer da disputa eleitoral, priorizando a pasta econômica. A estratégia visa transmitir segurança aos investidores e repetir o modelo adotado pelo pai, o presidente Jair Bolsonaro, em 2018.
Em reuniões recentes com empresários e representantes do mercado financeiro em São Paulo, Flávio destacou a importância de antecipar indicações para gerar previsibilidade. Ele mencionou o exemplo de Jair Bolsonaro, que nomeou Paulo Guedes para a Economia durante a campanha anterior, o que contribuiu para ganhar confiança do setor privado.
O pré-candidato prometeu conceder ampla liberdade à equipe responsável pelas finanças públicas, permitindo que ela implemente medidas necessárias para atualizar a economia brasileira, restaurar o controle das contas públicas e atrair capitais estrangeiros.
“fazer o que precisa ser feito para modernizar país, recuperar equilíbrio fiscal e trazer investimentos”
Na esfera da segurança pública, Flávio se posicionou de forma firme, declarando que adotará linha dura e considerando a possibilidade de instituir uma pasta exclusiva para o assunto.
“radical na segurança pública”
Os encontros com o setor produtivo ocorreram após a divulgação de pesquisa Quaest, que posicionou Flávio em segundo lugar nos cenários de primeiro turno, atrás apenas do petista Lula da Silva. As articulações foram coordenadas por figuras como Filipe Sabará, envolvido em campanhas conservadoras anteriores.
Ao final de uma das conversas, o senador descreveu o diálogo como positivo e se apresentou como uma versão mais temperada do bolsonarismo.
“Bolsonaro mais moderado, equilibrado e centrado”
A iniciativa de anunciar ministério durante campanha por Flávio Bolsonaro reflete esforços para reduzir incertezas no mercado, em um contexto de polarização política e debates sobre sucessão presidencial.
A pré-candidatura do senador, indicada pelo pai, consolida o controle familiar sobre o campo conservador, ampliando discussões sobre eleições 2026, pré-candidatura Flávio Bolsonaro e agendas econômicas para o próximo mandato.


















