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Trump deu o recado, agora é Doutrina Donroe

Trump reinventa Doutrina Monroe como ‘Doutrina Donroe’ e reposiciona EUA no xadrez geopolítico global

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem sido creditado por uma ousada reinterpretação da histórica Doutrina Monroe, transformando-a na chamada Doutrina Donroe — um trocadilho com seu nome e a política original de 1823.

Essa estratégia, anunciada em documentos de segurança nacional e aplicada em ações recentes, visa reafirmar a hegemonia americana no Hemisfério Ocidental, colocando os Estados Unidos no centro do xadrez geopolítico e contrapondo influências externas como China e Rússia na América Latina.

A Doutrina Monroe, articulada pelo presidente James Monroe, declarava o continente americano como zona de influência exclusiva dos EUA, impedindo intervenções europeias. Em 2025, durante sua campanha e início do segundo mandato, Trump atualizou essa visão para enfrentar ameaças contemporâneas, como a expansão econômica chinesa e alianças autoritárias na região.

De acordo com relatórios da Casa Branca, a Doutrina Donroe prioriza a “restauração sensata e potente do poder e das prioridades americanas”, focando em migração, narcotráfico, comércio vantajoso e segurança energética. 

A doutrina ganhou força prática com a operação militar na Venezuela em janeiro de 2026, que resultou na captura de Nicolás Maduro. Trump invocou explicitamente a Doutrina Monroe para justificar a intervenção, argumentando que ela impede “influência colonial” de potências estrangeiras no hemisfério — agora reinterpretada para incluir rivais como Pequim e Moscou. 

No contexto do xadrez geopolítico, a estratégia posiciona os EUA como peça dominante, reduzindo a dependência de organizações multilaterais — como evidenciado pela retirada de 66 entidades internacionais, incluindo órgãos da ONU ligados a clima e migração.

A nova doutrina de Trump fortalece a soberania americana e inibe expansões rivais.

A Doutrina Donroe impacta diretamente a América Latina, com implicações para o Brasil, onde o governo Lula critica as ações como violação da soberania.

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