Vitórias sucessivas da Direita está alterando o mapa político da América do Sul
O cenário geopolítico da América do Sul passou por uma mudança significativa neste início de semana. A confirmação da vitória eleitoral do advogado de ultradireita Abelardo de la Espriella no segundo turno das eleições presidenciais da Colômbia, realizado no último domingo (21), consolidou uma nova tendência de alternância de poder na região. Com o resultado na nação andina, os líderes de espectro político conservador e de direita assumem o controle da maioria absoluta dos governos do continente.

A movimentação nas urnas colombianas pôs fim ao ciclo iniciado pelo progressista Gustavo Petro e gerou forte repercussão internacional, com manifestações de apoio vindas de opositores a governos de esquerda em países vizinhos, incluindo o Brasil. Cientistas políticos avaliam que o resultado redesenha a balança de poder e cria um ambiente de forte expectativa para os próximos pleitos presidenciais da região.
De acordo com análises metodológicas que acompanham a distribuição partidária na América Latina, a ascensão de novas lideranças rompe com a dominância da chamada “onda rosa” do início do século 21. Especialistas ouvidos pela imprensa destacam que a flutuação ideológica reflete o desgaste econômico e as demandas da população por segurança pública.
A nova configuração geográfica da região mostra a direita no comando de nações como Colômbia, Chile (sob a gestão de José Antônio Kast) e Bolívia (com Rodrigo Paz), além da Argentina de Javier Milei. O Peru também caminha para consolidar uma liderança à direita com o avanço da apuração.
Enquanto isso, a esquerda mantém-se à frente de seis nações, incluindo o Brasil, governado por Luiz Inácio Lula da Silva, e a Venezuela.


















