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ABSURDO: Moraes cronometra horas para casamento de Daniel Silveira

Moraes concede apenas 4 horas a Daniel Silveira para seu próprio casamento: Prazo absurdo revela tratamento injusto que beira o sadismo

Em mais um episódio que escancara o rigor desproporcional e seletivo do Judiciário contra opositores políticos, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (3) que o ex-deputado Daniel Silveira compareça ao seu próprio casamento civil em Petrópolis (RJ), marcado para 21 de fevereiro. No entanto, a decisão impõe um limite draconiano de apenas quatro horas — das 10h às 14h —, sob monitoramento rigoroso por tornozeleira eletrônica e fiscalização da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro.

Silveira, que cumpre pena de 8 anos e 9 meses em regime aberto por crimes de suposta ameaça ao Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo, precisou recorrer ao STF para exercer um direito básico e constitucional: concretizar seu projeto de vida familiar.

A defesa destacou o “elevado valor pessoal, social e familiar” do casamento, mas Moraes optou por cronometrar o momento com precisão cirúrgica, impondo restrições que beiram o vexame e o controle excessivo — mesmo em regime semiaberto.

É revoltante ver um ex-parlamentar, condenado injustamente por manifestações políticas, ter seu casamento reduzido a um evento cronometrado de quatro horas, com deslocamento controlado, tornozeleira no pé e ameaça explícita de punições em caso de qualquer extrapolação.

Enquanto outros casos recebem tratamentos mais flexíveis, Silveira enfrenta um cerco que transforma um ato de celebração em quase uma saída temporária de presídio, sob vigilância constante.

A decisão reforça a percepção de muitos brasileiros de que há dois pesos e duas medidas no sistema judicial: punição implacável para quem critica o establishment, com prazos apertados e condições humilhantes, enquanto escândalos de aliados parecem tramitar com lentidão e benevolência.

Esse curto prazo de apenas 4 horas não só limita a cerimônia, mas também simboliza o quanto o rigor seletivo tenta sufocar a dignidade pessoal de quem ousa se opor.

A indignação cresce: um casamento, evento de vida inteira, reduzido a um relógio de quatro horas por decisão monocrática. Isso é justiça ou perseguição disfarçada? A direita e patriotas seguem acompanhando de perto, exigindo igualdade de tratamento e o fim desse autoritarismo judicial.

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