O governo de petista Lula avalia que a atual crise diplomática com os Estados Unidos ainda está longe do seu auge e se prepara para uma nova e perigosa escalada nos próximos dias. Fontes do Palácio do Itamaraty veem o conflito ganhando contornos geopolíticos mais amplos, com a disputa agora entrelaçada à corrida presidencial americana.
A tensão, que já provocou reações duras por parte do governo Trump, como sanções e aumento de tarifas, tende a se aprofundar. Diplomatas brasileiros esperam uma resposta ainda mais firme de Washington, que pode incluir novas restrições, medidas diplomáticas, sanções econômicas e, na avaliação mais grave, o acionamento da Lei Magnitsky — instrumento usado pelos EUA para punir autoridades estrangeiras acusadas de violações de direitos humanos ou corrupção.
Vale relambrar, Lula vem agindo como Maduro agiu, retórica atrás de retórica, raguardo é aguardar para ver se o fim será o mesmo.
A crise iniciada por Lula, assume agora proporções maiores, com potencial para afetar relações comerciais, investimentos e o posicionamento do Brasil no tabuleiro internacional. Nas próximas horas e dias, novos capítulos devem surgir, elevando ainda mais o risco de um confronto que poucos imaginavam chegar a este nível. O momento é de alerta máximo.

















