O presidente eleito Abelardo De La Espriella pediu às Forças Armadas que não obedeçam a nenhuma ordem emitida por Petro que contrarie a proteção da Constituição e alerta para uma TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO por parte de Petro para se manter no poder.
CONFIRA O QUE PETRO VEM DIZENDO EM SUAS REDES SOCIAIS:




ENTENDA O QUE ESTÁ ACONTECENDO NA COLÔMBIA
Petro não aceitou os resultados das eleições presidenciais na Colômbia (segundo turno de 21 de junho de 2026), onde Abelardo de la Espriella (direita, apoiado por Trump) venceu por margem estreita Iván Cepeda (aliado de Petro).
O que Petro falou (declarações principais)
Inicialmente (pré-contagem e primeiro turno): Petro rejeitou a pré-contagem feita por uma empresa privada (irmãos Bautista ou software da Registraduría). Ele disse algo como:
“Como presidente, não aceito os resultados da pré-contagem da firma privada dos irmãos Bautista… os algoritmos foram alterados 3 vezes e adicionaram 800 mil cédulas de pessoas que não estão no censo oficial.”
Mais recentemente (julho 2026, após proclamação de Espriella): Petro afirmou que não reconhece a legitimidade da vitória de Espriella e aceita apenas a vitória de Iván Cepeda “de acordo com a decisão do povo colombiano”. Ele convocou mobilizações (ex.: para 20 de julho) pela “defesa das reformas sociais” e alega fraude algorítmica, interferência estrangeira, mudanças de IP em servidores e irregularidades em mesas eleitorais. Ele pede auditoria total, recontagem e escrutínio judicial.
Ele também disse que “ainda não se pode proclamar nenhum presidente” e pediu tranquilidade, mas fala em “país dividido na metade”, ingerência estrangeira e necessidade de “acordo nacional” para manter a paz.
Petro não apresentou provas públicas conclusivas das alegações de fraude (isso é criticado por observadores e opositores).
O que ele parece querer?Questionar a legitimidade do novo governo para pressionar por auditorias, recontagem ou anulação parcial.
-Manter mobilização popular e narrativa de defesa da democracia/reformas sociais contra a “direita” e suposta ingerência externa.
-Evitar uma transição tranquila e ganhar tempo/política, possivelmente para enfraquecer Espriella ou negociar.
-Críticos veem isso como tentativa de desestabilizar ou não sair do poder pacificamente.


















