CPMI do INSS retoma com força total e mira sistema financeiro nacional: Relator Alfredo Gaspar lista nomes blindados na comissão
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS retomou os trabalhos em fevereiro de 2026 com intensidade renovada, ampliando o foco para o sistema financeiro nacional. O relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), anunciou que a comissão investigará conexões entre fraudes em descontos consignados, o Banco Master (liquidado em novembro de 2025) e possíveis blindagens a figuras políticas e econômicas que teriam sido protegidas ao longo das apurações.
Em declaração repercutida nas redes e em veículos conservadores, Gaspar listou nomes que, segundo ele, foram “blindados” na CPMI – ou seja, que tiveram requerimentos de convocação, quebra de sigilo ou depoimento negados ou adiados por manobras da base governista. A lista inclui:
- Familiares e aliados próximos ao governo Lula envolvidos em contratos suspeitos;
- Executivos e sócios do Banco Master e instituições financeiras ligadas;
- Representantes de gestoras e securitizadoras que operaram carteiras de consignados fraudulentas.
Trecho do vídeo em que Deputado Alfredo Gastar lê trechos da decisão do Ministro André Mendonça onde aponta atuação de Roberta e Careca do INSS em lavagem de capital:
O deputado destacou que a comissão agora prioriza a rastreabilidade de recursos desviados, lavagem de dinheiro e influência política no setor bancário, conectando o esquema do INSS ao escândalo maior do Master (rombo estimado em R$ 12 bilhões) e possíveis ramificações em outros bancos.
Trecho do vídeo em que o Deputado Alfredo Gaspar demonstras pontos da investigação que apontam Lulinha envolvido no esquema do INSS:
A retomada ocorre em momento crítico: com prorrogação aprovada por mais 120 dias, a CPMI pode avançar sobre depoimentos de Daniel Vorcaro (remarcado para 26/02), quebras de sigilo autorizadas por Toffoli e investigações paralelas da PF e do MPF.
A oposição vê na ampliação do escopo uma oportunidade de expor proteções institucionais e financeiras ao governo atual.


















