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Donald Trump assiste à final da Copa em Nova Jersey, rompe protocolo com Ronaldo e exalta Messi

Ao lado de Melania na tribuna de honra, presidente dos EUA revela desejo de sediar o torneio novamente e interage com o troféu levado pelo craque brasileiro.

O MetLife Stadium, em Nova Jersey, transformou-se no epicentro político e esportivo global neste domingo, 19 de julho de 2026. A eletrizante decisão da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina não atraiu apenas bilhões de espectadores nas telas, mas também levou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acompanhado da primeira-dama Melania Trump, a acompanhar o jogo diretamente de um camarote de autoridades. 

Trump chega ao estádio de Nova Jersey para a final da Copa do Mundo
Trump e Melania acompanham a final da Copa do Mundo no MetLife Stadium, em New Jersey

Impactado com o sucesso comercial e a audiência estrondosa do torneio compartilhado com México e Canadá, Trump não escondeu o entusiasmo com o esporte. Em declarações de bastidores, o mandatário norte-americano revelou o desejo ousado de trabalhar para trazer mais uma edição da Copa do Mundo para solo americano no futuro, admitindo que nunca viu nada parecido em termos de magnitude e engajamento popular.

O Encontro com o Fenômeno na Tribuna

Minutos antes do apito inicial, um dos momentos mais marcantes e comentados da transmissão oficial ocorreu fora das quatro linhas. O ídolo brasileiro Ronaldo Fenômeno quebrou a formalidade ao subir até a tribuna de honra carregando o cobiçado troféu dourado. 

Ronaldo Fenômeno levou a taça da final para o presidente Donald Trump tocar

O craque pentacampeão apresentou a taça a Donald Trump, que conversou animadamente e chegou a dar leves toques no troféu mais valioso do futebol sob o olhar do presidente da Fifa, Gianni Infantino.

Neutralidade Política e Elogios a Lionel Messi

Questionado pela imprensa internacional se a sua forte proximidade política com o presidente argentino, Javier Milei, faria com que ele declarasse torcida explícita para a equipe sul-americana, Trump preferiu adotar a neutralidade diplomática, embora tenha deixado escapar sua profunda admiração pelo camisa 10 albiceleste. 

“Eu sabia que você ia perguntar, então pensei muito sobre isso. Eu não vou escolher lados. O presidente da Argentina é um grande amigo meu, tem feito um excelente trabalho. Mas eu diria que é difícil apostar contra Messi, ele é ótimo, é incrível”, ponderou Trump em entrevista pré-jogo à Fox Sports. 

A grande final sela o encerramento da maior Copa do Mundo da história com um forte tempero de relações internacionais, consolidando a fusão definitiva entre o entretenimento de massas, o prestígio esportivo e as principais figuras do xadrez político mundial no gramado norte-americano.

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