Em entrevista, Eduardo citou garantia de permanência nos EUA contra perseguições, defendeu alinhamento interno na família e projetou cenário para as próximas eleições
Eduardo Bolsonaro concedeu nova entrevista ao portal Metrópoles, abordando tanto a sua permanência no exterior quanto os atritos de bastidores que movimentaram o clã político nos últimos meses. O parlamentar reafirmou o desejo de voltar a residir em território nacional, mas condicionou o retorno à vitória de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro, na disputa presidencial.
Eduardo enfatizou a relevância de ter obtido o Green Card, documento de residência permanente nos Estados Unidos. Segundo ele, o visto norte-americano funciona como um escudo institucional que o resguarda de potenciais medidas judiciais no Brasil, fazendo um paralelo direto com as investigações e restrições impostas ao ex-diretor-geral da Polícia Federal e deputado Alexandre Ramagem. Eduardo argumentou que a residência internacional o impede de virar alvo do que chamou de atuações arbitrárias por parte de autoridades judiciais.
Gestão de crises e pacificação em família
Questionado sobre a repercussão de um vídeo gravado por Michelle Bolsonaro — no qual a ex-primeira-dama expôs divergências políticas e contradições internas no PL —, Eduardo classificou a postagem pública como um ato de imaturidade que não deveria ter ocorrido.
Sobre a candidatura de Ricardo Salles ao senado em São Paulo, Eduardo declarou: “Está desrespeitando a mim”, confira:
Eduardo Bolsonaro adotou uma postura de apaziguamento, sinalizando que não pretende dar continuidade às polêmicas públicas.
Ele afirmou que divergências de pré-campanha e disputas por espaço representam dinâmicas naturais da política e reforçou que os alinhamentos e eventuais ruídos da família devem ser equacionados estritamente na esfera privada.
Fonte: Metrópoles

















