Deputado reage a supostas exigências do mercado financeiro para aceitar Lula e critica restrições de visitas ao pai
Eduardo Bolsonaro (PL-SP) manifestou-se de forma incisiva contra as especulações de que investidores da Faria Lima estariam cobrando contrapartidas políticas para chancelar o petista Luiz Inácio Lula da Silva.
Em tom de revolta, o parlamentar criticou o pragmatismo do setor econômico, sugerindo que parte do empresariado coloca o ganho financeiro acima das garantias democráticas. “Que país é esse onde coloca-se o dinheiro, a grana acima da liberdade?”, questionou Eduardo, em uma declaração que expõe o distanciamento entre a ala ideológica da direita e o topo da pirâmide corporativa.
A insatisfação de Eduardo também mirou diretamente o Judiciário. Ele associou os movimentos do mercado às recentes decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que vetou as visitas dos filhos ao presidente Jair Bolsonaro sob a acusação de que os encontros estariam sendo desvirtuados para fins de propaganda eleitoral.
Para o deputado, as restrições familiares não passam de uma manobra com a caneta do STF para enfraquecer o grupo político da oposição no tabuleiro de 2026.


















