Empresa entrou em recuperação judicial com dívidas de R$ 4,2 bilhões
Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do petista Lula da Silva , manteve uma relação próxima com o empresário Luiz Phillippe Rubini, ex-sócio da Fictor, e atuou como consultor do grupo empresarial em 2024. A informação surge no mesmo momento em que Rubini e outros acionistas da Fictor foram alvo de uma operação da Polícia Federal que investiga suspeitas de fraudes bancárias associadas ao Comando Vermelho, de acordo com a matéria da Folha de São Paulo.

De acordo com relatos de dois executivos que trabalharam para empresas do grupo, Lulinha foi contratado para fazer a aproximação da Fictor com o governo federal. Eles afirmam que, a partir desse trabalho, Rubini foi indicado para integrar o CDESS (Conselho do Desenvolvimento Econômico Social Sustentável), órgão consultivo da Presidência, e também passou a participar do Grupo Parlamentar de Relacionamento com o Brics no Senado.
A relação era tão próxima que, para evitar chamar atenção, Lulinha restringiu as visitas aos escritórios da empresa, embora tenha sido visto no local mesmo em 2025. A Fictor, que tentou comprar o Banco Master em novembro de 2024 (na véspera da primeira prisão do ex-banqueiro Daniel Vorcaro), entrou em recuperação judicial em 2 de fevereiro de 2026, com dívidas superiores a R$ 4,2 bilhões.
A Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República afirmou que “Rubini não foi indicado por Fábio Lula da Silva para integrar o CDESS”.
Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO


















