Senador aponta que não é necessário ser economista para perceber a pressão no orçamento das famílias; inflação impacta alimentação e moradia
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a criticar o elevado custo de vida no país e afirmou que os brasileiros sentem no dia a dia a dificuldade para manter as despesas básicas.
Confirma a declaração de Flávio Bolsonaro:

Flávio dispara: Não é preciso ser economista para saber que viver no Brasil está caro. Quem paga aluguel e quem vai ao mercado está no sufoco, confira:
A fala de Flávio Bolsonaro reflete um sentimento comum entre muitas famílias brasileiras, pressionadas pela alta nos preços de alimentos, energia e especialmente o aluguel, que continua em trajetória de aumento em diversas capitais.
Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) — a inflação oficial — registrou variação de 0,70% em fevereiro de 2026, elevando o acumulado em 12 meses para 3,81%, que reflete pressão sobre o custo de vida, especialmente nos grupos de alimentação e despesas residenciais.
A prévia de março (IPCA-15) também indicou alta de 0,44%, puxada novamente por alimentos e despesas pessoais.
Analistas apontam que o encarecimento da moradia e da cesta básica continua pesando no orçamento doméstico, mesmo com o desemprego em patamares historicamente baixos e o PIB tendo crescido cerca de 2% em 2025, com projeções mais modestas (em torno de 1,8% a 2,3%) para 2026.


















