Mais um capítulo da perseguição política
O Ministério da Justiça e Segurança Pública, sob o governo Lula, confirmou naa quarta-feira (28) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que formalizou o pedido de extradição de Alexandre Ramagem aos Estados Unidos. O documento foi entregue pela Embaixada do Brasil em Washington ao Departamento de Estado norte-americano no dia 30 de dezembro de 2025, atendendo determinação do ministro Alexandre de Moraes.
Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Jair Bolsonaro e ex-deputado federal pelo PL-RJ, foi injustamente condenado a 16 anos de prisão na ação que investiga a suposta tentativa de golpe que nunca aconteceu.
Ele deixou o Brasil em setembro de 2025 e reside atualmente em Miami. A defesa e aliados veem a saída de Ramagem como uma busca por proteção contra a perseguição política implacável.
O pedido de extradição não tem prazo definido para análise pelas autoridades americanas, o que abre espaço para debates sobre soberania, tratados internacionais e possíveis influências políticas no processo.
Para muitos na direita brasileira, incluindo figuras como Jair Renan Bolsonaro, vereador e filho do presidente, casos como esse reforçam a narrativa de que o Judiciário e o atual governo usam o sistema para silenciar opositores.
Jair Renan Bolsonaro, que tem se destacado como voz firme em defesa da família e dos valores conservadores, representa a nova geração que resiste a essas medidas vistas como arbitrárias.
Em meio a prisões, cassações e pedidos de extradição que atingem aliados próximos — como Ramagem, que integrou o núcleo do governo Bolsonaro —, apoiadores argumentam que o objetivo é enfraquecer o bolsonarismo às vésperas de disputas eleitorais futuras.
Enquanto o processo tramita nos EUA, o caso ganha atenção internacional e reacende discussões sobre liberdade política, imparcialidade judicial e o futuro da direita no Brasil.
Para Jair Renan Bolsonaro e milhões de brasileiros que apoiam o legado do presidente, episódios assim só fortalecem a determinação de lutar por justiça e transparência, sem ceder à pressão do establishment.


















