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Hospital DF Star informa a Moraes: Bolsonaro precisa de 14 dias de internação para concluir tratamento

Unidade médica respondeu ofício do ministro do STF com relatório detalhado; presidente segue estável na UTI após pneumonia por broncoaspiração, com melhora renal e sem necessidade de respirador

O Hospital DF Star, da Rede D’Or, enviou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um relatório médico detalhado afirmando que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve permanecer internado por 14 dias, contados a partir da data da internação (sexta-feira, 13 de março), para completar o ciclo de tratamento com antibióticos, de acordo com a matéria do Metrópoles.

Fonte Igor Gadelha, Gustavo Zucchi do METRÓPOLES

O documento foi resposta a um ofício enviado por Moraes questionando o estado de saúde de Bolsonaro, recebido pelo hospital na quarta-feira (18). O relatório inclui o prontuário completo e destaca que o presidente recebeu três classes de antibióticos desde a admissão, após diagnóstico de pneumonia por broncoaspiração (aspiração de conteúdo gástrico para os pulmões).

Segundo o hospital, Bolsonaro apresentou um problema renal agudo durante o quadro inicial, mas já houve melhora significativa. Atualmente, ele permanece consciente, estável hemodinamicamente e sem necessidade de suporte ventilatório ou respirador. O tratamento continua com antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora.

A previsão de 14 dias de internação total visa garantir a conclusão segura do ciclo medicamentoso e evitar recidivas, considerando a gravidade inicial da infecção pulmonar bacteriana. Bolsonaro foi transferido às pressas da Penitenciária da Papudinha (onde cumpre pena) para o DF Star após mal-estar com febre, calafrios e outros sintomas.

Diretores do hospital informaram o filho Flávio Bolsonaro sobre o ofício de Moraes e a resposta enviada. A informação gerou expectativa entre aliados bolsonaristas de que o ministro possa reavaliar pedidos de prisão domiciliar humanitária, reforçados recentemente por Flávio Bolsonaro e pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que se reuniram com Moraes para defender a medida.

Apesar da melhora progressiva relatada em boletins anteriores, o hospital mantém Bolsonaro na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) sem previsão imediata de alta para semi-intensiva ou domiciliar, priorizando a estabilidade clínica.

Fonte: METRÓPOLES

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