Três baterias HQ-9B chinesas foram destruídas na primeira hora dos ataques EUA-Israel; Teerã questiona eficácia da tecnologia de Pequim em meio à Operação Epic Fury
O Irã expressa crescente insatisfação com o desempenho dos sistemas de defesa aérea HQ-9B fabricados pela China, após três unidades terem sido completamente destruídas nas primeiras horas da campanha aérea conjunta de Estados Unidos e Israel na Operação Epic Fury.
De acordo com fontes militares regionais e análises de inteligência ocidental, as baterias HQ-9B — equivalentes chineses ao S-300 russo — falharam em detectar ou interceptar caças stealth F-35, bombardeiros B-2 e mísseis de cruzeiro Tomahawk, permitindo a penetração inicial e a neutralização rápida de defesas críticas em torno de Teerã, Isfahan e outras instalações estratégicas.
A perda precoce das três unidades expôs vulnerabilidades do sistema chinês contra tecnologias avançadas de supressão de defesas aéreas (SEAD) empregadas por EUA e Israel, gerando críticas internas no regime iraniano sobre a qualidade do armamento adquirido de Pequim.


















