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Lula usa geopolítica secreta com Trump para derrubar Moraes

Geopolítica pode influenciar queda de Moraes e caminho para quarto mandato de Lula

Em meio a negociações internacionais e articulações políticas internas, uma análise recente sugere que o petista Lula da Silva estaria usando a geopolítica Brasil-EUA para resolver pendências judiciais e pavimentar sua reeleição em 2026, o que representaria um quarto mandato Lula.

O foco estaria no ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, alvo de possíveis sanções americanas e peça-chave em investigações como o caso dos atos de 8 de janeiro de 2023.

De acordo com o jornalista Claudio Dantas, “Só um cara como Lula para passar a perna em um cara como Alexandre de Moraes”.

O autor argumenta que Lula teria negociado com o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, a suspensão de sanções Magnitsky contra Moraes – que poderiam restringir transações financeiras internacionais – em troca de acesso a minerais estratégicos como nióbio e terras raras, além de uma resolução interna do “problema Moraes”.

Essas negociações teriam envolvido embaixadores informais como Joesley Batista (J&F) e André Esteves (BTG), ajudando a pacificar as relações Brasil-EUA 2025 após o tarifaço imposto por Trump. Em contrapartida, Lula atrairia investimentos bilionários da Black Rock, que expandiu aportes no país para R$ 38,5 bilhões até 2026, invertendo suspensões vistas no governo anterior de Jair Bolsonaro.

No plano interno, Moraes seria visto como um “fardo moral” após o esgotamento da luta contra o bolsonarismo. “A ‘causa’ da defesa da democracia esgotou-se, perdeu sua utilidade política, que era obter a condenação e a prisão de Jair Bolsonaro”, opina Dantas. “Virar a página do bolsonarismo também é virar a página do combate ao bolsonarismo”.

A análise aponta ainda para o papel de bancos como Itaú e BTG, com laços com Moraes, notificados pelo Tesouro americano por riscos de restrições.

Os Moreira Salles, controladores do Itaú, detêm posição dominante na CBMM, maior produtora mundial de nióbio, com reservas para séculos e conexões históricas com elites americanas como os Rockefeller.

Para Lula, essa estratégia geopolítica não só resolveria sanções, mas fortaleceria sua base para as eleições de 2026, contrastando com planos radicais de aliados como José Dirceu por uma “revolução”. O movimento também envolveria o caso Banco Master, sob escrutínio no STF, como pano de fundo para ajustes no Judiciário.

Especialistas consultados em fontes como Brasil de Fato veem essas especulações como manobras políticas para desgastar o STF, mas sem evidências concretas de acordos.

O debate ganha força com a recuperação da popularidade de Lula em pesquisas recentes, como a Genial/Quaest de fim de 2025, e o contexto pós-eleitoral nos EUA.

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