Defesa alega que permanência na Casa de Custódia de Ponta Grossa agrava o quadro de segurança do ex-assessor de Bolsonaro; ministro permite agenda de visitas de parlamentares bolsonaristas entre abril e julho
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou mais uma vez o pedido de transferência do ex-assessor especial de Jair Bolsonaro, Filipe Martins, da Casa de Custódia de Ponta Grossa (PR) para o Complexo Médico Penal de Curitiba, de acordo com a matéria da CNN BRASIL.

A defesa de Martins argumenta que a permanência na unidade atual representa risco à integridade física do preso. Os advogados sustentam que “permanência em Ponta Grossa agrava quadro”.
Apesar de manter Filipe Martins em Ponta Grossa, Moraes autorizou a visita de 14 políticos e familiares ao ex-assessor. As visitas foram agendadas em datas sequenciais, sempre aos domingos, entre abril e julho de 2026.
Entre os autorizados estão nomes como André Fernandes, Bia Kicis, Damares Alves, Eduardo Girão, Nikolas Ferreira, Rogério Marinho, Romeu Zema e Sérgio Moro, além de outros parlamentares alinhados ao bolsonarismo.
O caso ganhou nova repercussão após controvérsia em janeiro, quando Filipe Martins foi transferido sem comunicação prévia ao STF. Moraes determinou o retorno imediato à unidade de Ponta Grossa. A Polícia Penal do Paraná justificou a medida inicial alegando que o Complexo Médico Penal seria “mais compatível” com a situação de segurança e que a transferência ocorreu por “priorização imediata da proteção do custodiado”.
Fonte: CNN BRASIL


















