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Omar Aziz aciona a justiça e pede prisão de Maria do Carmo e de ex-assessor por ataques eleitorais

Senador eleito ao governo estadual acusa adversários do PL de violarem o Estatuto da Criança e do Adolescente ao envolverem sua filha menor de idade na disputa política

Nesta segunda-feira (26/10), após a confirmação do resultado das urnas no Amazonas, o senador e governador eleito Omar Aziz (PSD) anunciou que acionará o Judiciário para requerer a prisão de sua adversária no pleito, a professora Maria do Carmo (PL), além de seu ex-assessor Jefferson Coronel e de outros nomes vinculados à campanha opositora. 

Em declarações prestadas à imprensa durante a coletiva de comemoração pela vitória nas urnas, o parlamentar justificou a medida extrema afirmando que o grupo adversário ultrapassou os limites do debate político ao direcionar ataques e envolver sua filha menor de idade durante a campanha eleitoral. 

Violação do ECA e Defesa da Família

De acordo com o pronunciamento de Omar Aziz, as ações promovidas pelos integrantes da chapa do Partido Liberal descumpriram expressamente as diretrizes contidas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O governador eleito fez um forte desabafo sobre o ataque pessoal direcionado à sua família no decorrer da disputa eleitoral: 

“Eu sou político, todo mundo tem o dever de me fiscalizar e me criticar na hora que quiser, mas não minha filha”. 

Aziz classificou os envolvidos nas investidas como “bárbaros” e “criminosos”, garantindo que adotará todas as medidas judiciais cabíveis para que os fatos sejam punidos até as últimas consequências. 

Encaminhamento Judicial e Direito de Resposta

O anúncio do pedido de prisão foi feito publicamente pelo candidato vitorioso, porém a efetivação das medidas caberá às instâncias da Justiça.

A definição sobre eventuais responsabilizações criminais de Maria do Carmo, de Jefferson Coronel e dos demais citados dependerá do devido processo legal, do avanço das investigações e do julgamento pelas autoridades judiciais competentes, sendo assegurado aos acusados o direito constitucional ao contraditório e à ampla defesa.

Fonte: O Antagonista

*Imagemd a capa editada por IA

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