A Polícia Penal do Paraná transferiu o ex-assessor presidencial Filipe Martins da Cadeia Pública de Ponta Grossa para o Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais (Região Metropolitana de Curitiba), alegando risco à sua segurança devido ao perfil diferenciado de ex-funcionário público.


A transferência ocorreu em 6 de janeiro de 2026, sem consulta prévia ao ministro Alexandre de Moraes (STF), relator do caso. A Polícia Penal justificou a medida como “urgência operacional” e priorização da proteção do custodiado, reconhecendo-o como em “condição diferenciada de risco” no convívio com presos comuns.
No entanto, Moraes determinou o retorno imediato de Martins à unidade de Ponta Grossa, contrariando a avaliação técnica de segurança do governo estadual, que argumentava falta de estrutura adequada na prisão original.


















