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Prender um inocente é abusar dele, desabafa Carlos Bolsonaro

Carlos Bolsonaro Publica texto reflexivo e Vídeo sobre prisão do pai Jair Bolsonaro

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) utilizou sua conta no X (antigo Twitter) nesta segunda-feira (12) para compartilhar um texto profundo e reflexivo sobre o impacto psicológico da prisão, acompanhado de um vídeo curto.

A publicação, que rapidamente ganhou repercussão entre apoiadores do bolsonarismo, destaca a diferença entre a prisão de quem reconhece culpa e a de quem é inocente, no contexto da detenção do presidente Jair Bolsonaro (PL) na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

O texto, que viralizou nas redes conservadoras, descreve a prisão do inocente como uma forma de tortura silenciosa, sem lógica ou propósito reparador:

“Há uma diferença silenciosa – e brutal – entre estar preso sabendo o motivo e estar preso sabendo-se inocente.”

Carlos Bolsonaro prossegue argumentando que, para o culpado, há um sentido na punição, enquanto para o inocente a experiência é de desgaste constante da mente e da alma:

“Para o inocente, a prisão não é punição – é tortura. É a suspensão da lógica. É o castigo sem causa.”

O post culmina com uma crítica ao sistema que, segundo o autor, usa a prolongação da injustiça como ferramenta de destruição:

“Prender um culpado é exercer poder. Prender um inocente é abusar dele.”

“E quando o sistema escolhe esse caminho, não está buscando justiça – está testando até onde alguém consegue suportar sem deixar de ser quem é.”

O vídeo anexado (com duração aproximada de 23 segundos) reforça o tom emocional da mensagem, mostrando cenas que ilustram o sofrimento e a resistência, alinhando-se ao apelo contínuo da família Bolsonaro por revisão humanitária da pena.

A publicação ocorre em meio a relatos recentes de agravamento na saúde do presidente – incluindo crises de soluços evoluindo para azia constante, vômitos e abalo psicológico intenso devido ao isolamento na solitária –, conforme divulgado pelo próprio Carlos no dia 11.

A defesa de Jair Bolsonaro protocolou novo pedido de prisão domiciliar humanitária ao Supremo Tribunal Federal (STF), ainda sem apreciação, citando riscos à saúde em regime fechado.

O texto de Carlos Bolsonaro tem sido interpretado por aliados como denúncia de perseguição política e apelo por condições dignas de custódia.

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