Presidente da Finlândia, Alexander Stubb, reforça críticas à Rússia após declaração de Macron
Na esteira das declarações do presidente francês Emmanuel Macron sobre a guerra na Ucrânia, o presidente da Finlândia, Alexander Stubb, também se pronunciou, destacando fatos concretos sobre a conduta russa e a continuidade da invasão.
Macron defendeu explicitamente que a Europa deve permitir à Ucrânia “neutralizar” bases militares russas de onde partem ataques (sem atingir alvos civis), e enfatizou a criação de uma “força de reassurance” com presença de tropas em terra, mar ou ar para garantir a segurança ucraniana pós-cessar-fogo.
Stubb reforçou a narrativa de que a Rússia mantém uma postura agressiva e expansionista, citando elementos como o aumento de tropas na fronteira, ataques sistemáticos a infraestrutura civil ucraniana e o não cumprimento de acordos de cessar-fogo parciais.
A fala do líder finlandês veio como complemento à posição mais assertiva de Macron, que defendeu maior apoio militar à Ucrânia e não descartou envio de tropas europeias em cenários específicos.
A declaração de Stubb ocorre em momento delicado para a segurança europeia: a Finlândia, que aderiu à OTAN em 2023 após décadas de neutralidade, tem ampliado exercícios conjuntos com aliados e reforçado defesas na fronteira russa.
O presidente finlandês tem sido voz ativa no alerta sobre os riscos de uma Rússia não contida.
A sequência Macron-Stubb sinaliza maior coordenação entre líderes europeus para pressionar por sanções mais duras e apoio contínuo a Kiev, enquanto negociações de paz seguem travadas.


















