Advogado Jeffrey Chiquini solicita prisão preventiva de Lulinha ao Ministro André Mendonça
Em uma movimentação recente no âmbito das investigações sobre fraudes no INSS, o advogado criminalista Jeffrey Chiquini protocolou um pedido formal para a decretação da prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido popularmente como Lulinha, filho do petista Lula da Silva.
O requerimento foi direcionado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que atua como relator no caso.
Chiquini, que representa o ex-assessor presidencial Filipe Martins em processos relacionados a eventos políticos passados, justificou a solicitação com base em elementos técnicos extraídos das apurações da Polícia Federal (PF).
Segundo o advogado, a medida se faz necessária para garantir a aplicação da lei penal, considerando indícios de que Lulinha estaria se esquivando das responsabilidades investigativas.
Embora não atue diretamente na defesa de envolvidos no inquérito sobre as irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Chiquini optou por intervir de forma independente, alegando que o pedido é fundamentado em aspectos jurídicos imparciais.
As investigações da PF sobre fraudes no INSS ganharam destaque nos últimos meses, com depoimentos colhidos em comissões parlamentares mistas (CPMI) apontando para possíveis irregularidades em descontos de benefícios previdenciários.
O caso envolve referências ao nome de Lulinha em documentos oficiais, o que motivou a comunicação da PF ao STF para aprofundar as apurações.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre o posicionamento do ministro Mendonça em relação ao pedido, mas o tema tem gerado debates intensos em círculos jurídicos e políticos.

















