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Suspeita de sociedade oculta de Toffoli em resort já aparecia na Lava Jato em 2016

Mensagens reveladas pela Vaza Jato mostram que Deltan Dallagnol alertou PGR sobre possível participação do ministro do STF no empreendimento Tayayá via primo; dez anos depois, Toffoli admite ligação familiar com a empresa dona do complexo

Há exatos dez anos, em julho de 2016, a Operação Lava Jato já tratava de suspeitas envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e o resort Tayayá, localizado no interior do Paraná.

Fonte Lauro Jardim do O GLOBO

Mensagens trocadas entre procuradores da força-tarefa, reveladas posteriormente pela Vaza Jato, indicam que o então coordenador Deltan Dallagnol informou ao chefe de gabinete do procurador-geral da República Rodrigo Janot, Eduardo Pelella, sobre a possível participação oculta de Toffoli no empreendimento, de acordo com a matéria do O GLOBO.

De acordo com os diálogos, Dallagnol comunicou que “o ministro do STF seria sócio oculto do primo no empreendimento no Paraná”. Essas mensagens foram usadas pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL) em uma representação contra Dallagnol, acusando-o de conduzir uma investigação clandestina contra o magistrado do STF.

A suspeita, que circulava nos bastidores da Lava Jato, ganhou novo fôlego em 2026. Recentemente, o próprio Dias Toffoli admitiu ser sócio da Maridt Participações, empresa familiar que figura entre as proprietárias do resort Tayayá.

A revelação ocorreu em meio a investigações relacionadas ao caso Banco Master, que envolveram transações financeiras e quebras de sigilo questionadas no STF.

Fonte: O GLOBO

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