Ofensiva conjunta com Israel derruba estrutura B1 perto de Teerã, deixando ao menos 8 mortos e 95 feridos; presidente americano publica vídeo e cobra acordo nuclear imediato
Os Estados Unidos, em operação coordenada com Israel, atacaram e destruíram a maior ponte do Irã, causando ao menos oito mortos e 95 feridos, segundo a mídia local iraniana.

A ponte B1, considerada a mais alta do Oriente Médio, localizava-se a cerca de 40 km a oeste de Teerã e integrava uma rota em construção entre a capital e a cidade de Karaj. A estrutura colapsou após o bombardeio.
O presidente Donald Trump confirmou pessoalmente a autoria americana do ataque. Em publicação na rede social Truth Social, ele compartilhou um vídeo das consequências do bombardeio e declarou: “A maior ponte do Irã desaba e nunca mais será usada — e muito mais está por vir!”.
Trump ainda pressionou o regime iraniano por um acordo: “É hora de fazer um acordo antes que seja tarde demais e não reste nada do que ainda poderia se tornar um grande país!”.
O ataque ocorre no 34º dia de conflito no Oriente Médio e segue um pronunciamento de Trump na véspera, no qual ele já havia ameaçado agir com “extrema força” contra alvos estratégicos iranianos, incluindo usinas elétricas e instalações petrolíferas. O presidente chegou a afirmar que poderia fazer o Irã “voltar à Idade da Pedra” caso não houvesse acordo.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, reagiu com dureza às ações americanas contra infraestrutura civil. Em publicação na rede X, ele afirmou: “Atacar infraestrutura civil jamais forçará os iranianos a se renderem” e completou: “Todas as pontes e edifícios serão reconstruídos. Mas o que não será reparado é o dano à imagem e à credibilidade dos Estados Unidos”.
A ofensiva americana e israelense visa enfraquecer capacidades logísticas do Irã, especialmente rotas que poderiam apoiar o programa de mísseis balísticos e drones. O conflito já provocou mudanças significativas no poder iraniano, incluindo a morte do aiatolá Ali Khamenei e a ascensão de seu filho, Mojtaba Khamenei.
Fonte: METRÓPOLES


















