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Eduardo questiona negativa de prisão domiciliar

Eduardo Bolsonaro critica transferência do Pai para ‘Papudinha’ e questiona negativa de prisão domiciliar humanitária

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) utilizou as redes sociais na quinta-feira (15) para manifestar indignação com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a transferência imediata do presidente Jair Bolsonaro (PL) da Superintendência da Polícia Federal para a Sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecida popularmente como Papudinha, localizada no Complexo Penitenciário da Papuda.

Eduardo Bolsonaro classificou a transferência como insuficiente e insistiu na necessidade de prisão domiciliar humanitária, especialmente considerando o quadro de saúde delicado do ex-presidente, que inclui crises crônicas de soluços, quedas recentes e necessidade de cuidados constantes.

Em vídeo postado no X (antigo Twitter) e replicado em outras plataformas, o parlamentar questionou a escolha do local em detrimento da residência familiar.

“Bolsonaro enviado para Papudinha e não prisão domiciliar. E agora?”

A defesa de Jair Bolsonaro havia reiterado pedidos de domiciliar humanitária após incidente de queda na cela da PF no início de janeiro, alegando riscos à integridade física devido a efeitos colaterais de medicamentos.

O ministro Moraes, ao autorizar a mudança para a Papudinha, argumentou que o novo ambiente proporciona “condições ainda mais favoráveis”, permitindo maior flexibilidade para visitas familiares, assistência religiosa, leitura para redução de pena e acompanhamento médico integral.

Ele determinou ainda que uma junta médica da PF realize perícia em até 10 dias para avaliar eventual progressão ou manutenção da custódia.

A transferência já foi efetivada na noite de quinta-feira (15), e Bolsonaro passou a primeira noite no local, que será ocupado exclusivamente por ele, diferentemente de outras celas compartilhadas na unidade.

A reação de Eduardo Bolsonaro reflete o posicionamento da família e de aliados, que continuam a classificar a prisão como perseguição política e incompatível com o estado de saúde do presidente.

Até o momento, não há nova manifestação oficial do STF sobre os pedidos pendentes de domiciliar.

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