Em meio a um ambiente econômico marcado por juros altos, crédito restrito e incertezas políticas, o Brasil registrou em 2025 um aumento significativo nas falências decretadas e pedidos de recuperação judicial, consolidando uma crise silenciosa no setor produtivo.

Dados da Serasa Experian, compilados por fontes como FecomércioSP e UOL, revelam que o número de empresas em dificuldades financeiras atingiu patamares alarmantes sob a administração do petista Lula da Silva, com projeções indicando que 2025 pode ter superado os 3.000 pedidos de recuperação judicial – um recorde histórico.
Os números saltam de 833 em 2022 para 1.405 em 2023, 2.273 em 2024 e impressionantes 5.280 em 2025, embora análises apontem que o gráfico se refere principalmente a pedidos de recuperação judicial, rotulados como falências.
De fato, os dados oficiais confirmam o recorde em recuperações judiciais: 2.273 pedidos em 2024 (alta de 61,8% ante 2023), com tendência de continuidade em 2025, onde o segundo trimestre já viu 30% das empresas em RJ terminarem em falência – o maior índice registrado.
Para falências decretadas, o total subiu de 727 em 2023 para 780 em 2024, com 282 casos apenas nos primeiros quatro meses de 2025 – sugerindo um ano que pode ter ultrapassado 800 decretos, superando recordes anteriores.
O gráfico destaca o contraste: queda durante o governo Bolsonaro (de 1.179 em 2020 para 833 em 2022), seguida de explosão sob Lula, refletindo impactos de políticas econômicas criticadas por elevar o custo do dinheiro e frear investimentos.
Essa realidade expõe a vulnerabilidade das micro e pequenas empresas, que representam 73,7% dos pedidos de RJ, com dívidas superando R$ 140 bilhões.


















