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TSE alivia regras para Lula no carnaval

Controvérsia no TSE: Rigidez com Bolsonaro contrasta com debates sobre homenagem a Lula em desfile de carnaval

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aplicou critérios estritos ao presidente Jair Bolsonaro, resultando em sua inelegibilidade decorrente de uma reunião realizada com embaixadores estrangeiros. Em contraste, surge questionamento sobre possíveis conexões entre uma escola de samba e o petista Lula da Silva, cujo dirigente é um vereador petista, com indícios de aprovação presidencial e a participação de Janja no desfile.

A polêmica ganha força com ações judiciais recentes. O partido Novo protocolou representação no TSE alegando propaganda eleitoral antecipada no samba-enredo da Acadêmicos de Niterói, intitulado “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, que destaca a trajetória do petista. A ministra Estela Aranha, indicada por Lula, foi designada relatora do caso, o que intensifica debates sobre imparcialidade. 

Críticos apontam para uma suposta discrepância no tratamento de casos semelhantes. “Dois pesos e duas medidas? Quando é Bolsonaro, é abuso de poder. Quando é Lula, manifestação cultural?”

A oposição busca barrar o desfile previsto para o Carnaval 2026 na Marquês de Sapucaí, argumentando que o enredo ultrapassa limites culturais e configura campanha velada, especialmente com a participação de Janja em carro alegórico.

O TSE ainda não se pronunciou definitivamente, mas o episódio reflete tensões eleitorais em ano de pré-campanha para 2026.

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