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Chefe do Judiciário iraniano Gholam-Hossein Mohseni-Eje’i é dado como morto

Circulam informações de que o presidente da Suprema Corte do Irã e chefe do Poder Judiciário, Gholam-Hossein Mohseni-Eje’i, teria sido eliminado durante os intensos ataques aéreos israelenses (com participação dos Estados Unidos) lançados neste sábado (28) contra alvos no território iraniano.

A informação surgiu inicialmente em perfis alinhados a Israel nas redes sociais e foi repercutida por figuras políticas internacionais, incluindo postagens citando a “eliminação” do alto magistrado. Mohseni-Eje’i, de 69 anos, é uma figura controversa no regime iraniano: ex-promotor conhecido por sentenças duras, incluindo execuções em massa de manifestantes em protestos recentes, e considerado um dos pilares da repressão judicial sob o aiatolá Ali Khamenei.

Os ataques, descritos como “preventivos” por Israel e parte de uma operação conjunta com os EUA, visaram instalações militares, nucleares e possivelmente residências de líderes do regime.

Relatos indicam que vários comandantes da Guarda Revolucionária e autoridades políticas foram atingidos, mas o status exato de Mohseni-Eje’i permanece sem confirmação oficial por parte de Teerã.

O governo iraniano não se pronunciou diretamente sobre a suposta morte do chefe do Judiciário até o momento, enquanto a mídia estatal foca em danos a infraestruturas e em respostas retaliatórias com mísseis contra bases americanas na região.

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