Esquema apontado pelo jornal mostra transferências sistemáticas do banco para o próprio banqueiro, pai, irmã, primo Felipe e três parentes de João Mansur (Reag); investigações da PF e CPMI do INSS avançam sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e fraude
O banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, desviava recursos da instituição para si próprio e para familiares próximos. As informações são da FOLHA DE SÃO PAULO, confira abaixo:


As transferências eram feitas de forma recorrente e estruturada, beneficiando diretamente:
- o próprio Vorcaro
- seu pai
- sua irmã
- o primo Felipe
- e três parentes de João Mansur, dono da Reag (antiga CBSF DTVM, envolvida em operações financeiras do grupo)
Os valores eram direcionados por meio de contas pessoais, empresas interpostas e movimentações que a Polícia Federal já investiga como parte de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e organização criminosa no âmbito da Operação Compliance Zero.
A prática teria ocorrido especialmente entre 2021 e 2025, período em que o Banco Master captava bilhões via CDBs de investidores, antes da liquidação extrajudicial pelo Banco Central em novembro de 2025, gerando rombo estimado em R$ 41 bilhões para o Fundo Garantidor de Créditos (FGC).


















