Aumento de preços e cancelamento de voos menos rentáveis marcaram estratégia das empresas para compensar custo elevado do querosene
As principais companhias aéreas brasileiras elevaram tarifas e cortaram rotas menos lucrativas em resposta à forte alta do querosene de aviação (QAV), principal custo operacional do setor. O movimento, que começou a ganhar força nos últimos meses, já reflete diretamente no bolso do passageiro e na malha aérea doméstica, de acordo com a matéria da INFOMONEY.

Gol, Latam e Azul adotaram reajustes médios entre 12% e 18% em passagens emitidas nas últimas semanas, enquanto trechos regionais e voos com baixa ocupação foram suspensos ou reduzidos em frequência.
Executivos do setor afirmam que o QAV acumula alta superior a 45% em 12 meses, inviabilizando a manutenção de rotas deficitárias.
A medida ocorre em um cenário de inflação persistente de combustíveis, agravado pela escalada geopolítica no Oriente Médio — com ataques no Golfo Pérsico e interrupções no Estreito de Ormuz — que pressionou os preços internacionais do petróleo.
Fonte: INFOMONEY


















