Evento tradicional em Portugal foca em debates jurídicos e acadêmicos, registrando menor movimentação de altas autoridades em relação a anos anteriores
O tradicional Fórum de Lisboa iniciou suas atividades para debater os rumos do direito, da tecnologia e do desenvolvimento.
No entanto, a edição deste ano traz um aspecto que tem chamado a atenção dos bastidores: uma redução expressiva no número de autoridades do primeiro escalão dos Três Poderes do Brasil em comparação com as edições anteriores, conhecidas por atraírem comitivas robustas de Brasília para a capital portuguesa.

Entenda o GILMARPALOOZA:
O total de autoridades brasileiras caiu com relação ao ano passado, confira:

Nomes estrangeiros que estarão presentes como palestrantes, confira:

Confira os ministros do STF que estarão presente no Fórum:

Congressistas brasileiros no Fórum de Lisboa, confira:

Lista esvaziada de governadores brasileiros presentes no Fórum, confira:

Lista dos ministros do governo Lula presentes no Fórum, confira:

Lista dos ministros do STJ no Fórum, confira:

Lista dos ministros do TCU no Fórum, confira:

O encontro, organizado pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) — instituição ligada ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes —, mantém seu papel central como espaço de articulação e debate acadêmico entre juristas, empresários e especialistas dos dois países. Contudo, o esvaziamento parcial da bancada de governantes e parlamentares de peso político redesenhou a dinâmica do evento.
Os painéis desta edição concentram-se em temas fundamentais como a regulamentação da inteligência artificial, transição energética e segurança jurídica em mercados globais.
Embora o tráfego de influentes autoridades políticas pelos corredores da faculdade de direito de Lisboa esteja visivelmente mais calmo, as mesas redondas seguem com forte representação de acadêmicos, magistrados de tribunais regionais e representantes do setor corporativo.
A expectativa para os próximos dias é que o evento resulte na formulação de novas propostas de cooperação jurídica transatlântica, consolidando relatórios que possam servir de subsídio para futuras reformas legislativas no Brasil e na Europa.
Fonte: PODER360


















