O secretário de Estado americano, Marco Rubio, recebeu nesta quinta-feira (16) representantes de diversos governos em Washington para uma reunião ministerial destinada a discutir o “ressurgimento do terrorismo político de esquerda”.
Cerca de 60 países participaram. O Brasil não enviou representantes.
Em seu discurso no evento, Rubio afirmou que o “terrorismo de esquerda” é um mal que vem afetando os Estados Unidos e a Europa nos últimos anos, mas que “esta era tem de acabar”.
“Trata-se de um tipo de mal único. É o mal contra bem, daqueles que não conseguem alcançar seus próprios logros e compensam em outros”, afirmou. “É hora para que os líderes do mundo civilizando se unam para combater esse mal”.
Rubio declarou ainda que, na Alemanha, a “violência da extrema esquerda” aumentou 60%, e, na Grécia, foi responsável por 80% de atos violentos. Ele acrescentou que o objetivo desses atos é impor o comunismo. “O comunismo não soa bem na teoria. O mundo que o comunismo projeta para todos nós é plano, cinza, drenado de tudo que é bom e nobre na alma humana”.
De acordo com o comunicado do Departamento de Estado, “o terrorismo político de extrema esquerda está ressurgindo, manifestando-se em atos terroristas violentos em todo o Hemisfério Ocidental, na Europa, na Ásia e em outras regiões”.
Os EUA estão assumindo um papel de liderança no combate ao terrorismo de extrema esquerda.
“Desde novembro de 2025, os Estados Unidos designaram quatro grupos violentos de extrema esquerda — Antifa Ost, a Federação Anarquista Informal/Frente Revolucionária Internacional (FAI/FRI), Justiça Proletária Armada e Autodefesa Revolucionária de Classe — como Organizações Terroristas Estrangeiras e Terroristas Globais Especialmente Designados”, afirma o texto.

















