Analistas e veículos de imprensa apontam que deliberações de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes invadem a dinâmica das campanhas e extrapolam a competência da Justiça Eleitoral
Análises veiculadas na própria velha mídia acenderam o debate sobre os limites de atuação da Suprema Corte durante o período eleitoral, e têm apontado que medidas adotadas pelos ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes vêm impactando diretamente a dinâmica política, mesmo em um período no qual nenhum dos dois integra a composição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A avaliação de analistas políticos sinaliza que decisões proferidas no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF) acabam gerando desdobramentos diretos na disputa das urnas. O fenômeno é visto por observadores como um fator de ruído que ultrapassa a atribuição estrita do órgão constitucional, criando o que especialistas chamam de interferência indireta na arena eleitoral.
O questionamento levantado por analistas reforça a preocupação de setores da sociedade com a isonomia das eleições. Para especialistas no Direito Constitucional e Eleitoral, o correto funcionamento das instituições exige que as decisões capazes de moldar a disputa estejam restritas aos ritos e colegiados previstos pela legislação eleitoral vigente.
Quando o STF atua de forma a influenciar diretamente o ambiente político-partidário, abre-se espaço para questionamentos sobre o ativismo judicial e o real equilíbrio das forças que disputam a preferência do eleitorado.
Fonte: CNN BRASIL


















