Tulsi Gabbard e diversos senadores disparam críticas duras ao ex-diretor do NIAID, acusando-o de fugir de respostas sobre o financiamento de pesquisas em Wuhan e o encobrimento da origem da pandemia
A conduta de Anthony Fauci em depoimento recente voltou a acender o debate sobre transparência e responsabilidade no uso de recursos públicos nos Estados Unidos. A ex-parlamentar Tulsi Gabbard manifestou público repúdio à postura do ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID), classificando sua participação como uma “performance de extrema arrogância” e marcada pela ausência de qualquer remorso.
O senador Ron Johnson apresentou na audiência uma pilha de documentos e questionou Fauci:
Foram 106 estudos envolvendo mais de 200.000 pacientes mostram que a ivermectina:
REDUZIU a mortalidade em 47%;
REDUZIU a hospitalização em 34%;
REDUZIU os casos em 79%;
AUMENTOU a eliminação viral em 44%;
MELHOROU a recuperação em 39%
“Então esses estudos todos são alucinação coletiva?”
Resposta de Fauci: silêncio constrangido
Assista a fala do senador e a reação de Antony Fauci:
Já a senadora Joni Ernst (republicana de Iowa), questionou Fauci especificamente sobre pesquisas financiadas pelo NIH/NIAID que envolviam tecidos de fetos abortados implantados em camundongos (chamados de “humanized mice” ou “BLT mice” — de bone marrow, liver, thymus), incluindo partes como fígados, timo e pulmões fetais. Ela mencionou um caso de pesquisadores da UNC (Universidade da Carolina do Norte) e um laboratório no Montana, questionando se Fauci achava aceitável usar “partes de bebês abortados” em ratos para pesquisa de coronavírus. Fauci não respondeu, invocando a Quinta Emenda.
Gabbard alerta que o médico se recusa sistematicamente a prestar esclarecimentos objetivos à população e às autoridades. O ponto central das críticas recai sobre o repasse de verbas de impostos norte-americanos para experimentos com coronavírus no Instituto de Virologia de Wuhan, na China, além do suposto alinhamento com órgãos de inteligência para abafar discussões sobre a tese do vazamento laboratorial.

As cobranças por transparência e responsabilização
O embate expõe a ferida aberta na gestão da saúde pública mundial e reabre questionamentos jurídicos e éticos sobre a conduta de autoridades durante a crise sanitária.
- Falta de respostas: Críticos apontam que o tom evasivo adotado por figuras públicas fragiliza a confiança nas instituições de saúde.
- Financiamento em Wuhan: A controvérsia em torno dos subsídios para pesquisas de ganho de função segue como um dos tópicos mais sensíveis e sem desfecho definitivo no Congresso dos EUA.
- Direito à verdade: Para setores defensores da fiscalização estatal, a população merece uma auditoria profunda sobre o papel das agências de inteligência na contenção de informações.
O episódio reforça a pressão para que relatórios e documentos sigilosos sejam devidamente expostos ao público, garantindo que o direito à informação prevaleça sobre narrativas institucionais.


















