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Minas Gerais registra primeira morte por hantavírus

Secretaria Estadual de Saúde confirma óbito de homem de 46 anos após contato com roedor silvestre em lavoura; autoridades reforçam que não há risco de surto local e orientam população sobre prevenção

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou neste domingo (10) a ocorrência de uma morte por hantavírus no estado. A vítima, um homem de 46 anos, morador do município de Carmo do Paranaíba, na região do Alto Paranaíba, faleceu em fevereiro após apresentar sintomas compatíveis com a doença. 

Fonte Vitor Bonets, Daniela Malimann da CNN BRASIL

Confira a análise do jornalista da CNN BRASIL:

Fonte CNN BRASIL

De acordo com a pasta, o paciente teve histórico de contato com roedor silvestre em uma lavoura. Os primeiros sintomas surgiram no dia 2 de fevereiro, com cefaleia. Quatro dias depois, ele procurou atendimento médico ao apresentar febre, dor muscular, nas articulações e na região lombar. Amostras biológicas foram enviadas à Fundação Ezequiel Dias (Funed), que confirmou sorologia IgM reagente para hantavírus. O óbito ocorreu em 8 de fevereiro.

O registro em Minas Gerais ocorre em meio a outros casos confirmados recentemente no Paraná e a um surto de hantavírus em um cruzeiro internacional, mas as autoridades ressaltam que não há qualquer conexão entre esses eventos. A hantavirose é uma zoonose transmitida principalmente pela inalação de partículas de urina, fezes e saliva de roedores silvestres infectados, ou por contato direto com mucosas, arranhões ou mordidas. 

Os sintomas iniciais incluem febre, dores musculares e de cabeça, que podem evoluir para complicações respiratórias graves, como a Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus. Especialistas recomendam procurar atendimento médico imediatamente ao surgimento dos primeiros sinais.

Dicas de prevenção contra o hantavírus

  • Evite contato com roedores e áreas infestadas;
  • Use equipamentos de proteção em atividades rurais;
  • Mantenha ambientes limpos e ventilados;
  • Armazene alimentos de forma adequada.

A SES-MG e o Ministério da Saúde seguem monitorando a situação em todo o país. Não há indícios de transmissão pessoa a pessoa nos casos terrestres registrados no Brasil.

Fonte: CNN Brasil

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