Novos documentos obtidos em inquérito revelam registros fotográficos, troca de mensagens e encontros regados a uísque em barcos e mansões, complicando a situação do filho do petista Lula na mira de apurações sobre tráfico de influência
Documentos e registros detalhados anexados a investigações da Polícia Federal (PF) trouxeram à tona novos elementos sobre a proximidade entre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha — filho do petista Lula da Silva —, e o operador apontado em esquemas de fraudes previdenciárias conhecido como o “Careca do INSS”.

De acordo com as apurações divulgadas, relatórios da PF reuniram fotografias, mensagens de texto e relatos que escancaram uma rotina de encontros sociais e festas frequentadas pela dupla. As reuniões eram marcadas pelo consumo de bebidas alcoólicas de alto padrão, como uísque, e ocorriam em cenários ostentosos, incluindo passeios de barco em Brasília — a exemplo de eventos celebrados nas águas do Lago Paranoá — e reuniões em mansões reservadas.
Os investigadores apontam que a convivência estreita vai além do âmbito recreativo e serve de base para aprofundar as suspeitas de tráfico de influência e articulação de negócios escusos. Testemunhas e porteiros de condomínios ouvidos no inquérito relataram que Lulinha e o operador chegavam frequentemente juntos a determinados endereços estratégicos para reuniões de caráter reservado.
O material apreendido reforça o escrutínio sobre as conexões políticas do filho do chefe do petista Lula, colocando sob suspeita a natureza das relações mantidas com figuras centrais de esquemas investigados pela Justiça. Os desdobramentos dessas evidências seguem sob sigilo parcial nos autos da corporação policial, gerando forte repercussão nos bastidores políticos de Brasília.
Fonte: Veja
*Imagem da capa gerada por IA


















